Esse blog eu criei com o interesse de trocarmos idéias e informações, dicas na área da saúde e em especial falarmos de Enfermagem.
Enfermeira e Professora
- Val Taurino
- Arujá, São Paulo, Brazil
- Tenho muito orgulho de ser enfermeira e professora e poder contribuir no aprendizado e conhecimento de pessoas através do meu Blog.
Símbolo da Enfermagem
Enfermeiros
12 de julho de 2011
25 de junho de 2011
Multa para o uso indevido de EPI
Uso de jalecos fora do ambiente de trabalho é proibido no Estado
O uso de jalecos, aventais e outros equipamentos de proteção individual (EPI) fora do ambiente de trabalho foi proibido no Estado de São Paulo por lei publicada ontem, dia 9, no Diário Oficial do Estado.
A Lei nº 14.466 impõe multa no valor de R$174,50 a quem desrespeitar a proibição, que está em alinhamento com a Norma Regulamentadora 32 do Ministério do Trabalho, publicada em 2005. De acordo com seu artigo 32.2.4.6.2, “os trabalhadores não devem deixar o local de trabalho com os equipamentos de proteção individual e as vestimentas utilizadas em suas atividades laborais”.
As vestimentas de proteção podem servir de ponte de contaminação entre o ambiente interno e o ambiente externo ao trabalho, pondo em risco a saúde tanto de quem está dentro como de quem está fora do ambiente. A reincidência no delito será punida com multa em dobro.
O uso de jalecos, aventais e outros equipamentos de proteção individual (EPI) fora do ambiente de trabalho foi proibido no Estado de São Paulo por lei publicada ontem, dia 9, no Diário Oficial do Estado.
A Lei nº 14.466 impõe multa no valor de R$174,50 a quem desrespeitar a proibição, que está em alinhamento com a Norma Regulamentadora 32 do Ministério do Trabalho, publicada em 2005. De acordo com seu artigo 32.2.4.6.2, “os trabalhadores não devem deixar o local de trabalho com os equipamentos de proteção individual e as vestimentas utilizadas em suas atividades laborais”.
As vestimentas de proteção podem servir de ponte de contaminação entre o ambiente interno e o ambiente externo ao trabalho, pondo em risco a saúde tanto de quem está dentro como de quem está fora do ambiente. A reincidência no delito será punida com multa em dobro.
8 de junho de 2011
SBT repórter
Equipe de ENFERMAGEM,
hoje (08/06/11) o SBT repórter é em nossa homenagem, não percam!!!!
A enfermagem DEFINITIVAMENTE é tudo de bom.
hoje (08/06/11) o SBT repórter é em nossa homenagem, não percam!!!!
A enfermagem DEFINITIVAMENTE é tudo de bom.
18 de maio de 2011
Enfermeira faz BO Contra o hospital Servidor Público
Na Semana da Enfermagem, um exemplo de compromisso ético-profissional com a saúde e assistência à população
Nesta terça, 17 de maio, o jornal Agora São Paulo, publicou matéria entitulada “ Enfermeira faz BO por falta de profissional ”, onde uma Enfermeira assumiu corajosamente, a responsabilidade de denunciar a falta de profissionais no Hospital do Servidor Público Municipal, no último sábado, dia 14 de março.
Após fazer o seu plantão, a enfermeira que trabalha no pronto-socorro infantil da unidade foi até o 5º DP (Aclimação) e registrou um boletim de ocorrência (BO) relatando que, no dia, apenas ela e mais uma auxiliar de enfermagem cuidaram do setor. A enfermeira registrou ainda que há escassez freqüente de profissionais, porque a coordenação da unidade retira auxiliares do PS infantil e as coloca em outros setores do hospital. Leiam a matéria publicada no site do jornal Agora São Paulo .
O BO, neste tipo de caso, não gera investigação é registrado como não criminal, é um instrumento importantíssimo como precaução por parte do declarante, da situação de trabalho em que se encontra, tornando público e oficial situações de sobrecarga de trabalho, assédio moral, e falta de recursos, fatores que isoladamente ou em conjunto, colocam em risco a vida de pacientes da unidade e a segurança do próprio profissional.
Profissionais de Enfermagem: sigam o exemplo da colega e denunciem, seja no Conselho ou indo à delegacia mais próxima de sua Unidade, falhas no dimensionamento de pessoal, falta ou número insuficiente de recursos materiais para a assistência de Enfermagem correta e segura para o paciente.
Uma atitude simples e correta que gera salvaguardas ao profissional, que não pode mais ficar exposto ao risco sistêmico que instituições de saúde ainda sujeitam seus profissionais. Não seja você, profissional, mais um a omitir-se da responsabilidade para você e sua equipe, de ter a segurança para todos.
O COREN-SP estará ao seu lado, apoiando a sua iniciativa em favor da saúde da população, da Enfermagem Ética e da Segurança do Paciente.
Referências:
www.corensp.org.br
Nesta terça, 17 de maio, o jornal Agora São Paulo, publicou matéria entitulada “ Enfermeira faz BO por falta de profissional ”, onde uma Enfermeira assumiu corajosamente, a responsabilidade de denunciar a falta de profissionais no Hospital do Servidor Público Municipal, no último sábado, dia 14 de março.
Após fazer o seu plantão, a enfermeira que trabalha no pronto-socorro infantil da unidade foi até o 5º DP (Aclimação) e registrou um boletim de ocorrência (BO) relatando que, no dia, apenas ela e mais uma auxiliar de enfermagem cuidaram do setor. A enfermeira registrou ainda que há escassez freqüente de profissionais, porque a coordenação da unidade retira auxiliares do PS infantil e as coloca em outros setores do hospital. Leiam a matéria publicada no site do jornal Agora São Paulo .
O BO, neste tipo de caso, não gera investigação é registrado como não criminal, é um instrumento importantíssimo como precaução por parte do declarante, da situação de trabalho em que se encontra, tornando público e oficial situações de sobrecarga de trabalho, assédio moral, e falta de recursos, fatores que isoladamente ou em conjunto, colocam em risco a vida de pacientes da unidade e a segurança do próprio profissional.
Profissionais de Enfermagem: sigam o exemplo da colega e denunciem, seja no Conselho ou indo à delegacia mais próxima de sua Unidade, falhas no dimensionamento de pessoal, falta ou número insuficiente de recursos materiais para a assistência de Enfermagem correta e segura para o paciente.
Uma atitude simples e correta que gera salvaguardas ao profissional, que não pode mais ficar exposto ao risco sistêmico que instituições de saúde ainda sujeitam seus profissionais. Não seja você, profissional, mais um a omitir-se da responsabilidade para você e sua equipe, de ter a segurança para todos.
O COREN-SP estará ao seu lado, apoiando a sua iniciativa em favor da saúde da população, da Enfermagem Ética e da Segurança do Paciente.
Referências:
www.corensp.org.br
7 de maio de 2011
Programa Téc. Saúde
Ensino com Qualidade e Responsabilidade
TECSAÚDE
INSCRIÇÕES ABERTAS
O projeto TecSaúde, disponibiliza gratuitamente para os auxiliares de enfermagem a qualificação de técnico de enfermagem; recebendo ainda ajuda de custo no transporte.
O curso inclui LIVROS DIDÁTICOS ofertados pela FUNDAP!
ATENÇÃO AUXILIAR DE ENFERMAGEM!
Não perca sua vaga, inscreva-se o mais rápido possível!
Compareça no INTESP com os documentos abaixo!
A formação de turmas será realizada por ordem de chegada.
Documentos necessários:
(Xerox, não é necessário autenticação)
° CPF,
° Título de Eleitor,
° RG,
° Certidão de nascimento,
° Certidão de casamento (só para mulheres),
° Comprovante militar(só para homens),
° Comprovante de residência,
° Certificado com histórico escolar do segundo grau,
° Certificado com histórico escolar do auxiliar de enfermagem,
° Carteira do COREN,
° 2 fotos 3x4
Referências:
www.intesp.com.br
TECSAÚDE
INSCRIÇÕES ABERTAS
O projeto TecSaúde, disponibiliza gratuitamente para os auxiliares de enfermagem a qualificação de técnico de enfermagem; recebendo ainda ajuda de custo no transporte.
O curso inclui LIVROS DIDÁTICOS ofertados pela FUNDAP!
ATENÇÃO AUXILIAR DE ENFERMAGEM!
Não perca sua vaga, inscreva-se o mais rápido possível!
Compareça no INTESP com os documentos abaixo!
A formação de turmas será realizada por ordem de chegada.
Documentos necessários:
(Xerox, não é necessário autenticação)
° CPF,
° Título de Eleitor,
° RG,
° Certidão de nascimento,
° Certidão de casamento (só para mulheres),
° Comprovante militar(só para homens),
° Comprovante de residência,
° Certificado com histórico escolar do segundo grau,
° Certificado com histórico escolar do auxiliar de enfermagem,
° Carteira do COREN,
° 2 fotos 3x4
Referências:
www.intesp.com.br
Passagem de Plantão
Passagem de Plantão (Portal da Enfermagem
Nanci Martins Ferreira Radovich
Coordenadora de Enfermagem Day Clinic-Cabeça e Pescoço do Hospital Albert Einstein, de São Paulo
nanci@einstein.br
Utilizada pela enfermagem como mecanismo de assegurar a continuidade da assistência prestada, a Passagem de Plantão é uma atividade fundamental para a organização da rotina do cuidar. Nela estão inseridas as informações referentes ao estado do paciente, o tratamento realizado, as possíveis intercorrências e o que mais merecer atenção por parte da equipe de saúde.
Para abordar as questões pertinentes a esta rotina das instituições hospitalares, a enfermeira Nanci Martins Ferreira Radovich, coordenadora de Enfermagem Day Clinic /Cabeça e Pescoço do Hospital Albert Einstein, de São Paulo, é a entrevistada do Portal da Enfermagem.
Como podemos conceituar a passagem de plantão? Qual o resultado esperado deste processo?
A passagem de plantão consiste em uma rotina onde a equipe assistencial de um turno transmite ao turno seguinte, de uma forma sistematizada, informações relevantes e pendências relativas ao gerenciamento dos casos sob sua responsabilidade. O resultado esperado é a garantia da continuidade da assistência e, com isso, evitar perda de informações relevantes para os membros da equipe assistencial. Inclusive, a garantia da continuidade da assistência está prevista no Código de Ética dos profissionais de enfermagem capítulo I, artigo 16 - “Garantir a continuidade da assistência de enfermagem em condições que ofereçam segurança...”
Quais os principais problemas (riscos) que podem interferir no resultado eficaz da passagem de plantão?
Falta de concentração, ausência de compreensão do que tem relevância para ser transmitido, interrupções frequentes e falta de objetividade que favorece a perda da atenção dos sujeitos que estão envolvidos na ação, além de falta de pontualidade.
Como podemos minimizar ou coibir esses problemas?
No Hospital Albert Einstein foi realizado um estudo com a metodologia Lean Six Sigma, cujo teste foi conduzido pela Enfermeira Senior Carla Manuela Pereira de Araújo e chegamos a recomendações preciosas, para garantir uma passagem de plantão breve e recheada de informações relevantes com o mínimo de interrupções.
São elas:
- A passagem de plantão deve ter como meta o tempo máximo de 20 minutos (10 minutos antes do início do plantão e 10 minutos após).
- A passagem de plantão, sempre e somente, deve ser iniciada 10 minutos antes do término do plantão (não deve haver recebimento do plantão antes dos 10 minutos que antecedem o início do plantão).
Técnicos e enfermeiros passam plantão separadamente, técnicos para técnicos e enfermeiros para enfermeiros (essa distribuição consome menos tempo e foca a intenção de que o técnico direcionará o atual – a “foto “do paciente (“ pendente uma glicemia capilar pré – prandial”, paciente referiu dor nesse momento e está recebendo o analgésico”) e o Enfermeiro “conta uma parte do filme “(“paciente com esse intercorrência que gerou tal conduta, aguarda...”).
O prontuário do paciente deve ser utilizado na passagem de plantão, sendo instrumentos básicos: prescrição médica, folha de controles e plano assistencial.
A realização da escala para o plantão seguinte é facultativa, porém, em caso de necessidade de discussão da escala, esta somente poderá ser realizada ao término da passagem de plantão.
Três atividades são demandadas antes do início da passagem de plantão:
1) Fechamento do plantão (troca de informações finais entre enfermeiros e técnicos do mesmo plantão);
2) Agrupamento de prontuários;
3) Reunir a equipe (mínimo 1 enfermeiro e 2 técnicos da equipe do próximo plantão).
É requerida a definição de um profissional de enfermagem de referência para o atendimento no posto central e as chamadas ocorridas em paralelo à passagem de plantão, com o intuito de reduzir as interrupções, porém, garantindo o atendimento das necessidades dos pacientes.
O profissional de referência para atendimento do posto central deve triar as solicitações que realmente devem ser transmitidas aos técnicos e enfermeiros, durante a passagem de plantão, das que podem aguardar seu término.
Exemplos:
Podem esperar: acompanhante solicitando resultados de exames, horário de visita médica, pedido de internet, informação sobre doação de sangue, necessidade de atestado médico, informação sobre responsável pelo paciente no turno seguinte, solicitação de acompanhante que deseja ver o prontuário, etc.
Não podem esperar: paciente com dor sem conduta em prontuário, sinais e sintomas alterados agudamente (mal estar, hipertensão, hiperglicemia, hipoglicemia, febre, dispnéia, etc.), necessidades fisiológicas, recebimento de plantão, admissão de pacientes etc.
O posto de enfermagem deve conter identificação visual do momento de passagem de plantão (Placa: Estamos em Passagem de Plantão).
Será criada a figura do "Guardião da Passagem de Plantão", profissional com foco na educação permanente da equipe, no incentivo diário para adesão ao processo proposto e na monitoria do processo (registros de início e término).
Ao passar o plantão, a equipe deve seguir um check-list que contempla os itens críticos e necessários para a passagem de plantão e aplicável conforme o tempo de internação do paciente (curta/média permanência < 30 dias e crônicos > 30 dias).
A saber:
1) Curta/média permanência: nome, leito, diagnósticos, motivo de internação, exames realizados e pendentes, alterações clínicas, contexto social se aplicável, objetivos diários.
2) Crônicos: nome, leito, alterações clínica, exames realizados e pendentes, contexto social se aplicável, novos objetivos diários se aplicáveis.
Ao término da passagem de plantão duas atividades deverão ser imediatamente realizadas:
1) distribuição dos pacientes por técnico de enfermagem;
2) troca de informações entre enfermeiros e técnicos sobre cada paciente, revisão das prescrições de enfermagem e médica e de seu aprazamento.
Em seu cotidiano como acontece a passagem de plantão?
Desde Março de 2009 essa tarefa está sendo alvo de intervenção na instituição por meio da ferramenta de melhoria de processo (Lean Six Sigma).
Até a concretização dessa mudança estrutural e cultural percorremos algumas etapas:
- definição de um grupo representativo de trabalho (setores diferentes contribuindo com sua vivência),
- busca de literatura específica sobre o assunto,
- verificação dos padrões de segurança envolvidos e requeridos,
- levantamento de status atual (verificação de como ocorria a passagem de plantão em todos os postos de enfermagem)
- auditoria interna para construção de “base line”, “Braisntorming (literalmente “tempestade cerebral”, em inglês – atividade desenvolvida para explorar a potencialidade criativa individual ou coletiva, colocando-a a serviço de objetivos pré – determinados) quanto aos pontos levantados, refinamento de criticidade para direcionamento dos tópicos a serem trabalhados, propostas de intervenção, implementação das mesmas e nova auditoria para comparação quanto o perfil anterior.
Com embasamento adquirido, em Abril de 2010 oficializamos a mudança na logística de passagem de plantão para todo o Hospital, tendo como principal foco de atuação o tempo empregado na tarefa (a oscilação vista antes das medidas eram extremas (30 minutos a 1 hora dispensados) e que não eram definidoras de um processo seguro e útil, padronizando em 20 minutos totais o tempo utilizado (06h50min até no máximo 07h10min, por exemplo) e a qualidade de informação transmitida (descentralização de informações (“paciente afebril, normotenso, normocárdico...” sendo que o foco é relato de anormalidades e suas resoluções e que o prontuário fornece todos os dados), enfoque na opinião clínica do profissional que está saindo do turno ao invés de fatos assistenciais (“eu acho..., eu penso..., eu faria...”).
Passo a passo da passagem (com redução expressiva das etapas, com finalidade de torná-la um meio que levará à assistência e não o fim maior):
1) 30 minutos antes do término do plantão a equipe realiza três atividades: fechamento de plantão (troca de informações e pendências), agrupamento dos prontuários e reunião da equipe (mínimo 1 enfermeiro e 2 técnicos)
2) Transmissão de informações utilizando como instrumento o prontuário (não temos impressos paralelos de anotação, o prontuário e seus registros contêm as explicações, mudanças e direcionamentos necessários). Meta de tempo: 20 minutos (10 minutos antes e depois do período);
3) Ao término da passagem duas atividades deverão ser imediatamente realizadas: distribuição dos pacientes por técnico de enfermagem e troca de informações entre enfermeiros e técnicos (contexto geral do paciente, revisão de prescrições médica de enfermagem – aprazamento, definição de prioridades e etc.).
Qual é o papel do enfermeiro na passagem de plantão?
Cumprir e fazer cumprir o que foi padronizado no projeto. Tanto no que diz respeito ao conteúdo passado entre enfermeiros como o que ocorre entre os técnicos.
A senhora usa um protocolo? Como é ele?
Todo esse referencial de conduta foi intitulado como “Recomendações para Passagem de Plantão entre Turnos” e está inserido na documentação institucional (Prática Assistencial), mas não está classificado conceitualmente como protocolo ("protocolo" significa também um trâmite a ser seguido para alcançar determinado objetivo ("seguir o protocolo").
Existe relatório próprio de passagem de plantão ou ela é realizada por meio do registro no prontuário do paciente?
Existe um roteiro para realização da passagem de plantão e temos um formulário de modelo assistencial, onde eles podem efetuar os registros relevantes este documento auxilia muito a equipe que está assumindo o posto, uma vez que eles consumiriam um tempo muito maior garimpando as informações relevantes do prontuário hoje muito mais complexo e completo do que no passado.
Existe um roteiro preestabelecido para a passagem de plantão? Qual é o método adotado na passagem de plantão, no posto de enfermagem ou de leito em leito?
Temos um roteiro onde estão listadas as informações que não podem deixar de ser mencionadas. Abaixo estão os roteiros utilizados por nós. Quanto ao método, a passagem de plantão é realizada no posto de Enfermagem.
Roteiro para passagem de plantão de pacientes de curta/média permanência (tempo de internação inferior a 30 dias na ala atual).
1. Nome
2. Leito
3. Diagnósticos
4. Motivo de internação
5. Evolução Clínica e Cirúrgica
6. Objetivos Diários
7. Exames Realizados e Pendentes
8. Contexto Social, se Aplicável
Roteiro para passagem de plantão de pacientes de longa permanência (tempo de internação superior a 30 dias na ala atual).
1. Nome
2. Leito
3. Alterações Clínicas
4. Novos Objetivos Diários, se aplicáveis
5. Exames Realizados e Pendentes
6. Contexto Social, se Aplicável
A senhora poderia explicar um pouco mais sobre a estratégia adotada para que a passagem de plantão não seja interrompida, com telefonemas, solicitações de pacientes etc.?
É requerida a definição de um profissional de enfermagem de referência para o atendimento no posto central e as chamadas ocorridas em paralelo à passagem de plantão, com o intuito de reduzir as interrupções, porém, garantindo o atendimento das necessidades dos pacientes.
O profissional de referência para atendimento do posto central, técnico de enfermagem designado pelo enfermeiro, deve triar as solicitações que realmente devem ser transmitidas aos técnicos e enfermeiros, durante a passagem de plantão, das que podem aguardar seu término.
O posto de enfermagem deve conter identificação visual do momento de passagem de plantão (Placa: Estamos em Passagem de Plantão).
Com o advento das metodologias da qualidade, algo mudou no processo de passagem de plantão?
Sim, no nosso caso, utilizamos uma ferramenta da qualidade Lean Six Sigma para tornar a passagem de plantão mais eficaz. A Divisão da Prática Assistencial fez um levantamento de filosofia de segurança pela Joint e cabe no contexto de qualidade da informação. A Joint não fala especificamente de passagem de plantão, mas de segurança na informação pela equipe.
Estamos em período de auditoria do índice de adesão à rotina de passagem de plantão e da qualidade das informações transmitidas.
No treinamento do funcionário recém-admitido existe algum enfoque para a passagem de plantão? Em caso positivo, no que consiste o conteúdo?
Consiste em divulgar o que foi estabelecido com método para passagem de plantão na nossa instituição no treinamento admissional (teórico) e também nas unidades para onde os recém admitidos são mandados para o treinamento prático.
Referências:
www.portaldaenfermagem.com.br
Nanci Martins Ferreira Radovich
Coordenadora de Enfermagem Day Clinic-Cabeça e Pescoço do Hospital Albert Einstein, de São Paulo
nanci@einstein.br
Utilizada pela enfermagem como mecanismo de assegurar a continuidade da assistência prestada, a Passagem de Plantão é uma atividade fundamental para a organização da rotina do cuidar. Nela estão inseridas as informações referentes ao estado do paciente, o tratamento realizado, as possíveis intercorrências e o que mais merecer atenção por parte da equipe de saúde.
Para abordar as questões pertinentes a esta rotina das instituições hospitalares, a enfermeira Nanci Martins Ferreira Radovich, coordenadora de Enfermagem Day Clinic /Cabeça e Pescoço do Hospital Albert Einstein, de São Paulo, é a entrevistada do Portal da Enfermagem.
Como podemos conceituar a passagem de plantão? Qual o resultado esperado deste processo?
A passagem de plantão consiste em uma rotina onde a equipe assistencial de um turno transmite ao turno seguinte, de uma forma sistematizada, informações relevantes e pendências relativas ao gerenciamento dos casos sob sua responsabilidade. O resultado esperado é a garantia da continuidade da assistência e, com isso, evitar perda de informações relevantes para os membros da equipe assistencial. Inclusive, a garantia da continuidade da assistência está prevista no Código de Ética dos profissionais de enfermagem capítulo I, artigo 16 - “Garantir a continuidade da assistência de enfermagem em condições que ofereçam segurança...”
Quais os principais problemas (riscos) que podem interferir no resultado eficaz da passagem de plantão?
Falta de concentração, ausência de compreensão do que tem relevância para ser transmitido, interrupções frequentes e falta de objetividade que favorece a perda da atenção dos sujeitos que estão envolvidos na ação, além de falta de pontualidade.
Como podemos minimizar ou coibir esses problemas?
No Hospital Albert Einstein foi realizado um estudo com a metodologia Lean Six Sigma, cujo teste foi conduzido pela Enfermeira Senior Carla Manuela Pereira de Araújo e chegamos a recomendações preciosas, para garantir uma passagem de plantão breve e recheada de informações relevantes com o mínimo de interrupções.
São elas:
- A passagem de plantão deve ter como meta o tempo máximo de 20 minutos (10 minutos antes do início do plantão e 10 minutos após).
- A passagem de plantão, sempre e somente, deve ser iniciada 10 minutos antes do término do plantão (não deve haver recebimento do plantão antes dos 10 minutos que antecedem o início do plantão).
Técnicos e enfermeiros passam plantão separadamente, técnicos para técnicos e enfermeiros para enfermeiros (essa distribuição consome menos tempo e foca a intenção de que o técnico direcionará o atual – a “foto “do paciente (“ pendente uma glicemia capilar pré – prandial”, paciente referiu dor nesse momento e está recebendo o analgésico”) e o Enfermeiro “conta uma parte do filme “(“paciente com esse intercorrência que gerou tal conduta, aguarda...”).
O prontuário do paciente deve ser utilizado na passagem de plantão, sendo instrumentos básicos: prescrição médica, folha de controles e plano assistencial.
A realização da escala para o plantão seguinte é facultativa, porém, em caso de necessidade de discussão da escala, esta somente poderá ser realizada ao término da passagem de plantão.
Três atividades são demandadas antes do início da passagem de plantão:
1) Fechamento do plantão (troca de informações finais entre enfermeiros e técnicos do mesmo plantão);
2) Agrupamento de prontuários;
3) Reunir a equipe (mínimo 1 enfermeiro e 2 técnicos da equipe do próximo plantão).
É requerida a definição de um profissional de enfermagem de referência para o atendimento no posto central e as chamadas ocorridas em paralelo à passagem de plantão, com o intuito de reduzir as interrupções, porém, garantindo o atendimento das necessidades dos pacientes.
O profissional de referência para atendimento do posto central deve triar as solicitações que realmente devem ser transmitidas aos técnicos e enfermeiros, durante a passagem de plantão, das que podem aguardar seu término.
Exemplos:
Podem esperar: acompanhante solicitando resultados de exames, horário de visita médica, pedido de internet, informação sobre doação de sangue, necessidade de atestado médico, informação sobre responsável pelo paciente no turno seguinte, solicitação de acompanhante que deseja ver o prontuário, etc.
Não podem esperar: paciente com dor sem conduta em prontuário, sinais e sintomas alterados agudamente (mal estar, hipertensão, hiperglicemia, hipoglicemia, febre, dispnéia, etc.), necessidades fisiológicas, recebimento de plantão, admissão de pacientes etc.
O posto de enfermagem deve conter identificação visual do momento de passagem de plantão (Placa: Estamos em Passagem de Plantão).
Será criada a figura do "Guardião da Passagem de Plantão", profissional com foco na educação permanente da equipe, no incentivo diário para adesão ao processo proposto e na monitoria do processo (registros de início e término).
Ao passar o plantão, a equipe deve seguir um check-list que contempla os itens críticos e necessários para a passagem de plantão e aplicável conforme o tempo de internação do paciente (curta/média permanência < 30 dias e crônicos > 30 dias).
A saber:
1) Curta/média permanência: nome, leito, diagnósticos, motivo de internação, exames realizados e pendentes, alterações clínicas, contexto social se aplicável, objetivos diários.
2) Crônicos: nome, leito, alterações clínica, exames realizados e pendentes, contexto social se aplicável, novos objetivos diários se aplicáveis.
Ao término da passagem de plantão duas atividades deverão ser imediatamente realizadas:
1) distribuição dos pacientes por técnico de enfermagem;
2) troca de informações entre enfermeiros e técnicos sobre cada paciente, revisão das prescrições de enfermagem e médica e de seu aprazamento.
Em seu cotidiano como acontece a passagem de plantão?
Desde Março de 2009 essa tarefa está sendo alvo de intervenção na instituição por meio da ferramenta de melhoria de processo (Lean Six Sigma).
Até a concretização dessa mudança estrutural e cultural percorremos algumas etapas:
- definição de um grupo representativo de trabalho (setores diferentes contribuindo com sua vivência),
- busca de literatura específica sobre o assunto,
- verificação dos padrões de segurança envolvidos e requeridos,
- levantamento de status atual (verificação de como ocorria a passagem de plantão em todos os postos de enfermagem)
- auditoria interna para construção de “base line”, “Braisntorming (literalmente “tempestade cerebral”, em inglês – atividade desenvolvida para explorar a potencialidade criativa individual ou coletiva, colocando-a a serviço de objetivos pré – determinados) quanto aos pontos levantados, refinamento de criticidade para direcionamento dos tópicos a serem trabalhados, propostas de intervenção, implementação das mesmas e nova auditoria para comparação quanto o perfil anterior.
Com embasamento adquirido, em Abril de 2010 oficializamos a mudança na logística de passagem de plantão para todo o Hospital, tendo como principal foco de atuação o tempo empregado na tarefa (a oscilação vista antes das medidas eram extremas (30 minutos a 1 hora dispensados) e que não eram definidoras de um processo seguro e útil, padronizando em 20 minutos totais o tempo utilizado (06h50min até no máximo 07h10min, por exemplo) e a qualidade de informação transmitida (descentralização de informações (“paciente afebril, normotenso, normocárdico...” sendo que o foco é relato de anormalidades e suas resoluções e que o prontuário fornece todos os dados), enfoque na opinião clínica do profissional que está saindo do turno ao invés de fatos assistenciais (“eu acho..., eu penso..., eu faria...”).
Passo a passo da passagem (com redução expressiva das etapas, com finalidade de torná-la um meio que levará à assistência e não o fim maior):
1) 30 minutos antes do término do plantão a equipe realiza três atividades: fechamento de plantão (troca de informações e pendências), agrupamento dos prontuários e reunião da equipe (mínimo 1 enfermeiro e 2 técnicos)
2) Transmissão de informações utilizando como instrumento o prontuário (não temos impressos paralelos de anotação, o prontuário e seus registros contêm as explicações, mudanças e direcionamentos necessários). Meta de tempo: 20 minutos (10 minutos antes e depois do período);
3) Ao término da passagem duas atividades deverão ser imediatamente realizadas: distribuição dos pacientes por técnico de enfermagem e troca de informações entre enfermeiros e técnicos (contexto geral do paciente, revisão de prescrições médica de enfermagem – aprazamento, definição de prioridades e etc.).
Qual é o papel do enfermeiro na passagem de plantão?
Cumprir e fazer cumprir o que foi padronizado no projeto. Tanto no que diz respeito ao conteúdo passado entre enfermeiros como o que ocorre entre os técnicos.
A senhora usa um protocolo? Como é ele?
Todo esse referencial de conduta foi intitulado como “Recomendações para Passagem de Plantão entre Turnos” e está inserido na documentação institucional (Prática Assistencial), mas não está classificado conceitualmente como protocolo ("protocolo" significa também um trâmite a ser seguido para alcançar determinado objetivo ("seguir o protocolo").
Existe relatório próprio de passagem de plantão ou ela é realizada por meio do registro no prontuário do paciente?
Existe um roteiro para realização da passagem de plantão e temos um formulário de modelo assistencial, onde eles podem efetuar os registros relevantes este documento auxilia muito a equipe que está assumindo o posto, uma vez que eles consumiriam um tempo muito maior garimpando as informações relevantes do prontuário hoje muito mais complexo e completo do que no passado.
Existe um roteiro preestabelecido para a passagem de plantão? Qual é o método adotado na passagem de plantão, no posto de enfermagem ou de leito em leito?
Temos um roteiro onde estão listadas as informações que não podem deixar de ser mencionadas. Abaixo estão os roteiros utilizados por nós. Quanto ao método, a passagem de plantão é realizada no posto de Enfermagem.
Roteiro para passagem de plantão de pacientes de curta/média permanência (tempo de internação inferior a 30 dias na ala atual).
1. Nome
2. Leito
3. Diagnósticos
4. Motivo de internação
5. Evolução Clínica e Cirúrgica
6. Objetivos Diários
7. Exames Realizados e Pendentes
8. Contexto Social, se Aplicável
Roteiro para passagem de plantão de pacientes de longa permanência (tempo de internação superior a 30 dias na ala atual).
1. Nome
2. Leito
3. Alterações Clínicas
4. Novos Objetivos Diários, se aplicáveis
5. Exames Realizados e Pendentes
6. Contexto Social, se Aplicável
A senhora poderia explicar um pouco mais sobre a estratégia adotada para que a passagem de plantão não seja interrompida, com telefonemas, solicitações de pacientes etc.?
É requerida a definição de um profissional de enfermagem de referência para o atendimento no posto central e as chamadas ocorridas em paralelo à passagem de plantão, com o intuito de reduzir as interrupções, porém, garantindo o atendimento das necessidades dos pacientes.
O profissional de referência para atendimento do posto central, técnico de enfermagem designado pelo enfermeiro, deve triar as solicitações que realmente devem ser transmitidas aos técnicos e enfermeiros, durante a passagem de plantão, das que podem aguardar seu término.
O posto de enfermagem deve conter identificação visual do momento de passagem de plantão (Placa: Estamos em Passagem de Plantão).
Com o advento das metodologias da qualidade, algo mudou no processo de passagem de plantão?
Sim, no nosso caso, utilizamos uma ferramenta da qualidade Lean Six Sigma para tornar a passagem de plantão mais eficaz. A Divisão da Prática Assistencial fez um levantamento de filosofia de segurança pela Joint e cabe no contexto de qualidade da informação. A Joint não fala especificamente de passagem de plantão, mas de segurança na informação pela equipe.
Estamos em período de auditoria do índice de adesão à rotina de passagem de plantão e da qualidade das informações transmitidas.
No treinamento do funcionário recém-admitido existe algum enfoque para a passagem de plantão? Em caso positivo, no que consiste o conteúdo?
Consiste em divulgar o que foi estabelecido com método para passagem de plantão na nossa instituição no treinamento admissional (teórico) e também nas unidades para onde os recém admitidos são mandados para o treinamento prático.
Referências:
www.portaldaenfermagem.com.br
Consulta de remédios
Digite o nome do remédio desejado no site abaixo, e você terá também os genéricos e os similares de todas as marcas, com os respectivos preços em todo o Território Nacional, por Estado.
Como tudo que é bom não é divulgado, divulgue aos seus parentes e conhecidos. Faça bom uso!!!
http://www.consultaremedios.com.br
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27 de abril de 2011
Acidente Vascular Cerebral
Acidente Vascular Cerebral
O acidente vascular cerebral (AVC), conhecido popularmente como derrame cerebral, pode ser de dois tipos:
a) acidente vascular isquêmico – falta de circulação numa área do cérebro provocada por obstrução de uma ou mais artérias por ateromas, trombose ou embolia. Ocorre, em geral, em pessoas mais velhas, com diabetes, colesterol elevado, hipertensão arterial, problemas vasculares e fumantes.
b) acidente vascular hemorrágico – sangramento cerebral provocado pelo rompimento de uma artéria ou vaso sangüíneo, em virtude de hipertensão arterial, problemas na coagulação do sangue, traumatismos. Pode ocorrer em pessoas mais jovens e a evolução é mais grave.
Sintomas do AVC:
a) acidente vascular isquêmico:
* Perda repentina da força muscular e/ou da visão;
* Dificuldade de comunicação oral;
* Tonturas;
* Formigamento num dos lados do corpo;
* Alterações da memória. Algumas vezes, esses sintomas podem ser transitórios – ataque isquêmico transitório (AIT). Nem por isso deixam de exigir cuidados médicos imediatos.
b) Acidente vascular hemorrágico:
* dor de cabeça; * edema cerebral;
* aumento da pressão intracraniana;
* náuseas e vômitos;
* déficits neurológicos semelhantes aos provocados pelo acidente vascular isquêmico.
Recomendações:
* Controle a pressão arterial e o nível de açúcar no sangue. Hipertensos e diabéticos exigem tratamento e precisam de acompanhamento médico permanente. Pessoas com pressão e glicemia normais raramente têm derrames;
* Procure manter abaixo de 200 o índice do colesterol total. Às vezes, só se consegue esse equilíbrio com medicamentos. Não os tome nem deixe de tomá-los por conta própria. Ouça sempre a orientação de um médico;
* Adote uma dieta equilibrada, reduzindo a quantidade de açúcar, gordura, sal e bebidas alcoólicas;
* Não fume. Está provado que o cigarro é um fator de alto risco para acidentes vasculares;
* Estabeleça um programa regular de exercícios físicos. Faça caminhadas de 30 minutos diariamente;
* Informe seu médico se em sua família houver casos doenças cardíacas e neurológicas como o AVC; * Procure distrair-se para reduzir o nível de estresse. Encontre os amigos, participe de atividades culturais, comunitárias, etc.
Fatores de risco Os fatores de risco para AVC são os mesmos que provocam ataques cardíacos:
* Hipertensão arterial;
* Colesterol elevado;
* Fumo;
* Diabetes;
* Histórico familiar;
* Ingestão de álcool;
* Vida sedentária;
* Excesso de peso;
* Estresse.
Tratamento:
Acidente vascular cerebral é uma emergência médica. O paciente deve ser encaminhado imediatamente para atendimento hospitalar. Trombolíticos e anticoagulantes podem diminuir a extensão dos danos. A cirurgia pode ser indicada para retirar o coágulo ou êmbolo (endarterectomia), aliviar a pressão cerebral ou revascularizar veias ou artérias comprometidas. Infelizmente, células cerebrais não se regeneram nem há tratamento que possa recuperá-las. No entanto, existem recursos terapêuticos capazes de ajudar a restaurar funções, movimentos e fala e, quanto antes começarem a ser aplicados, melhores serão os resultados.
Referências:
www.drauziovarella.com.br
O acidente vascular cerebral (AVC), conhecido popularmente como derrame cerebral, pode ser de dois tipos:
a) acidente vascular isquêmico – falta de circulação numa área do cérebro provocada por obstrução de uma ou mais artérias por ateromas, trombose ou embolia. Ocorre, em geral, em pessoas mais velhas, com diabetes, colesterol elevado, hipertensão arterial, problemas vasculares e fumantes.
b) acidente vascular hemorrágico – sangramento cerebral provocado pelo rompimento de uma artéria ou vaso sangüíneo, em virtude de hipertensão arterial, problemas na coagulação do sangue, traumatismos. Pode ocorrer em pessoas mais jovens e a evolução é mais grave.
Sintomas do AVC:
a) acidente vascular isquêmico:
* Perda repentina da força muscular e/ou da visão;
* Dificuldade de comunicação oral;
* Tonturas;
* Formigamento num dos lados do corpo;
* Alterações da memória. Algumas vezes, esses sintomas podem ser transitórios – ataque isquêmico transitório (AIT). Nem por isso deixam de exigir cuidados médicos imediatos.
b) Acidente vascular hemorrágico:
* dor de cabeça; * edema cerebral;
* aumento da pressão intracraniana;
* náuseas e vômitos;
* déficits neurológicos semelhantes aos provocados pelo acidente vascular isquêmico.
Recomendações:
* Controle a pressão arterial e o nível de açúcar no sangue. Hipertensos e diabéticos exigem tratamento e precisam de acompanhamento médico permanente. Pessoas com pressão e glicemia normais raramente têm derrames;
* Procure manter abaixo de 200 o índice do colesterol total. Às vezes, só se consegue esse equilíbrio com medicamentos. Não os tome nem deixe de tomá-los por conta própria. Ouça sempre a orientação de um médico;
* Adote uma dieta equilibrada, reduzindo a quantidade de açúcar, gordura, sal e bebidas alcoólicas;
* Não fume. Está provado que o cigarro é um fator de alto risco para acidentes vasculares;
* Estabeleça um programa regular de exercícios físicos. Faça caminhadas de 30 minutos diariamente;
* Informe seu médico se em sua família houver casos doenças cardíacas e neurológicas como o AVC; * Procure distrair-se para reduzir o nível de estresse. Encontre os amigos, participe de atividades culturais, comunitárias, etc.
Fatores de risco Os fatores de risco para AVC são os mesmos que provocam ataques cardíacos:
* Hipertensão arterial;
* Colesterol elevado;
* Fumo;
* Diabetes;
* Histórico familiar;
* Ingestão de álcool;
* Vida sedentária;
* Excesso de peso;
* Estresse.
Tratamento:
Acidente vascular cerebral é uma emergência médica. O paciente deve ser encaminhado imediatamente para atendimento hospitalar. Trombolíticos e anticoagulantes podem diminuir a extensão dos danos. A cirurgia pode ser indicada para retirar o coágulo ou êmbolo (endarterectomia), aliviar a pressão cerebral ou revascularizar veias ou artérias comprometidas. Infelizmente, células cerebrais não se regeneram nem há tratamento que possa recuperá-las. No entanto, existem recursos terapêuticos capazes de ajudar a restaurar funções, movimentos e fala e, quanto antes começarem a ser aplicados, melhores serão os resultados.
Referências:
www.drauziovarella.com.br
22 de março de 2011
Noticias Coren: Campanha de vacinação contra influenza
Campanha de vacinação contra influenza inclui profissionais de saúde como público-alvo
Os profissionais de saúde passam a integrar este ano a população coberta pela Campanha Nacional de Vacinação contra a influeza do Sistema Único de Saúde. A ampliação do público-alvo inclui também gestantes e crianças entre seis meses e dois anos. Desde 1999 até agora, a vacina era prioritária apenas para idosos e populações indígenas.
A 13ª Campanha Nacional de Vacinação começa no dia 25 de abril e vai até 13 de maio em 5 mil postos no país. A meta da campanha é atingir 80% da população alvo, ou cerca de 23,8 milhões de pessoas. Entre os trabalhadores da saúde, o objetivo nacional é de 2,4 milhões.
A vacina protege contra os três principais vírus que circulam no hemisfério sul, entre eles o da influenza A (H1N1). Ela previne a gripe e suas complicações, e contribui para a redução de internações hospitalares, óbitos e gastos com medicamentos para tratamento de infecções secundárias.
É importante lembrar que crianças menores de 2 anos devem ser vacinadas em duas etapas, com 30 dias de intervalo.
Os profissionais de saúde passam a integrar este ano a população coberta pela Campanha Nacional de Vacinação contra a influeza do Sistema Único de Saúde. A ampliação do público-alvo inclui também gestantes e crianças entre seis meses e dois anos. Desde 1999 até agora, a vacina era prioritária apenas para idosos e populações indígenas.
A 13ª Campanha Nacional de Vacinação começa no dia 25 de abril e vai até 13 de maio em 5 mil postos no país. A meta da campanha é atingir 80% da população alvo, ou cerca de 23,8 milhões de pessoas. Entre os trabalhadores da saúde, o objetivo nacional é de 2,4 milhões.
A vacina protege contra os três principais vírus que circulam no hemisfério sul, entre eles o da influenza A (H1N1). Ela previne a gripe e suas complicações, e contribui para a redução de internações hospitalares, óbitos e gastos com medicamentos para tratamento de infecções secundárias.
É importante lembrar que crianças menores de 2 anos devem ser vacinadas em duas etapas, com 30 dias de intervalo.
12 de março de 2011
7 de março de 2011
Concurso Público
Abertas vagas para o concurso público na cidade de Arujá, são vagas para auxiliares e enfermeiros
Taxa de inscrição para ensino fundamental: R$ 5,00
Ensino Médio: R$ 10,00
Ensino superior: R$ 15,00
Acesse o site:
www.institutosoler.com.br
Boa sorteee!!!!
Taxa de inscrição para ensino fundamental: R$ 5,00
Ensino Médio: R$ 10,00
Ensino superior: R$ 15,00
Acesse o site:
www.institutosoler.com.br
Boa sorteee!!!!
3 de março de 2011
Cancelamento de Coren sem pagar a taxa de anuidade
Termina em 31 de março o prazo para cancelamento de inscrição com isenção da anuidade 2011
Profissionais de enfermagem inscritos no COREN-SP que não estejam exercendo a profissão podem realizar o cancelamento de seu registro até 31 de março, para que fiquem isentos do pagamento da anuidade de 2011.
O cancelamento pode ser realizado na sede ou em uma das subseções do COREN-SP. Profissionais que residam em municípios distantes do COREN-SP podem realizar o pedido de cancelamento pelos Correios.
O ônibus COREN-SP Itinerante também oferece o serviço de cancelamento. Em março, o ônibus visitará os municípios de Bebedouro, Piracicaba e Limeira. Para saber as datas e horários do ônibus nesses locais, acesse o site http://inter.coren-sp.gov.br/node/3762.
Para saber quais os documentos necessários para solicitar o cancelamento, acesse http://inter.coren-sp.gov.br/node/5285.
Profissionais de enfermagem inscritos no COREN-SP que não estejam exercendo a profissão podem realizar o cancelamento de seu registro até 31 de março, para que fiquem isentos do pagamento da anuidade de 2011.
O cancelamento pode ser realizado na sede ou em uma das subseções do COREN-SP. Profissionais que residam em municípios distantes do COREN-SP podem realizar o pedido de cancelamento pelos Correios.
O ônibus COREN-SP Itinerante também oferece o serviço de cancelamento. Em março, o ônibus visitará os municípios de Bebedouro, Piracicaba e Limeira. Para saber as datas e horários do ônibus nesses locais, acesse o site http://inter.coren-sp.gov.br/node/3762.
Para saber quais os documentos necessários para solicitar o cancelamento, acesse http://inter.coren-sp.gov.br/node/5285.
28 de fevereiro de 2011
Coren - SP
Saúde é coisa séria e nada melhor do que termos profissionais de enfermagem capacitados para cuidar da gente e de nossos familiares, divulgue essa idéia!!!
16 de fevereiro de 2011
Matéria interessante do nosso querido Claudio Porto
Prezado colega,
O COREN-SP, em seu objetivo de conquistar para a enfermagem o reconhecimento social que necessita e merece, está realizando uma série de ações que, tanto promovem a visibilidade dos profissionais da categoria junto à população, como também buscam despertar, em cada enfermeiro, técnico e auxiliar de enfermagem, a consciência de sua responsabilidade como representante de toda uma categoria.
Assim, desejamos apresentar duas peças produzidas para o Conselho, anexas a esta mensagem. Uma delas, que tem por título Saúde para nós é coisa séria, mostra o compromisso da enfermagem paulista com o aprimoramento profissional constante e foi divulgado nos principais jornais e revistas do estado. O outro material é um folheto, distribuído aos colegas de enfermagem, apresentando os fatos apresentados pelo COREN-SP à imprensa, durante a cobertura jornalística de situações de erro que envolveram profissionais de enfermagem.
Compartilhando este material, acreditamos estar no caminho certo para a consolidação de um relacionamento de proximidade e confiança com nossos pares - você, nosso colega, que em suas atividades é nosso parceiro na construção de uma enfermagem cada dia mais respeitada, mais forte.
Grato pela atenção,
Cláudio Alves Porto
Presidente do COREN-SP
O COREN-SP, em seu objetivo de conquistar para a enfermagem o reconhecimento social que necessita e merece, está realizando uma série de ações que, tanto promovem a visibilidade dos profissionais da categoria junto à população, como também buscam despertar, em cada enfermeiro, técnico e auxiliar de enfermagem, a consciência de sua responsabilidade como representante de toda uma categoria.
Assim, desejamos apresentar duas peças produzidas para o Conselho, anexas a esta mensagem. Uma delas, que tem por título Saúde para nós é coisa séria, mostra o compromisso da enfermagem paulista com o aprimoramento profissional constante e foi divulgado nos principais jornais e revistas do estado. O outro material é um folheto, distribuído aos colegas de enfermagem, apresentando os fatos apresentados pelo COREN-SP à imprensa, durante a cobertura jornalística de situações de erro que envolveram profissionais de enfermagem.
Compartilhando este material, acreditamos estar no caminho certo para a consolidação de um relacionamento de proximidade e confiança com nossos pares - você, nosso colega, que em suas atividades é nosso parceiro na construção de uma enfermagem cada dia mais respeitada, mais forte.
Grato pela atenção,
Cláudio Alves Porto
Presidente do COREN-SP
9 de fevereiro de 2011
Credencial para a feira Hospitalar 2011
PROGRAME-SE PARA A HOSPITALAR 2011:
Peça credencial e garanta sua presença no maior evento de saúde das Américas
O serviço online para solicitar sua credencial antecipada para a HOSPITALAR 2011 já está disponível. Fazendo o pedido, o visitante recebe a credencial no endereço informado, ganhando tempo para visitar o maior evento de saúde das Américas. A HOSPITALAR 2011 será realizada de 24 a 27 de maio, das 12h às 21h, no Expo Center Norte, em São Paulo. Vai reunir 1.250 empresas expositores, de mais de 30 países, que ocuparão 82.000 m2 de área de exposição.
Peça credencial e garanta sua presença no maior evento de saúde das Américas
O serviço online para solicitar sua credencial antecipada para a HOSPITALAR 2011 já está disponível. Fazendo o pedido, o visitante recebe a credencial no endereço informado, ganhando tempo para visitar o maior evento de saúde das Américas. A HOSPITALAR 2011 será realizada de 24 a 27 de maio, das 12h às 21h, no Expo Center Norte, em São Paulo. Vai reunir 1.250 empresas expositores, de mais de 30 países, que ocuparão 82.000 m2 de área de exposição.
2 de fevereiro de 2011
Trabalho em equipe
Fábula: motivação e trabalho em equipe
"Um rato, olhando pelo buraco na parede, vê o fazendeiro e sua esposa abrindo um pacote. Pensou logo no tipo de comida que poderia haver ali. Ao descobrir que era uma ratoeira ficou aterrorizado.
Correu ao pátio da fazenda advertindo a todos - Há uma ratoeira na casa, uma ratoeira na casa! A galinha, disse: - Desculpe-me Sr. Rato, eu entendo que isso seja um grande problema para o senhor, mas não me incomoda.
O rato foi até o porco e lhe disse: - Há uma ratoeira na casa, uma ratoeira! - Desculpe-me Sr. Rato, disse o porco, mas não há nada que eu possa fazer, a não ser rezar. Fique tranqüilo que o senhor será lembrado nas minhas preces.
O rato dirigiu-se então à vaca.
Ela lhe disse:
- O que Sr. Rato? Uma ratoeira? Por acaso estou em perigo? Acho que não! Então o rato voltou para a casa, cabisbaixo e abatido, para encarar a ratoeira do fazendeiro.
Naquela noite ouviu-se um barulho, como o de uma ratoeira pegando sua vítima. A mulher do fazendeiro correu para ver o que havia caído na ratoeira. No escuro, ela não viu que a ratoeira havia prendido a cauda de uma cobra venenosa. E a cobra picou a mulher... O fazendeiro a levou imediatamente ao hospital.
Ela voltou com febre. Todo mundo sabe que para alimentar alguém com febre, nada melhor que uma canja de galinha.
O fazendeiro pegou seu cutelo (pequeno facão) e foi providenciar o ingrediente principal. Como a doença da mulher continuava, os amigos e vizinhos vieram visitá-la.
Para alimentá-los o fazendeiro matou o porco.
A mulher não melhorou e acabou morrendo. Muita gente veio para o funeral.
O fazendeiro então sacrificou a vaca, para alimentar todo aquele povo.
Na próxima vez que você ouvir dizer que alguém está diante de um problema e acreditar que o problema não lhe diz respeito, lembre-se que, quando há uma ratoeira na casa, toda a fazenda corre risco.
"O problema de um, é problema de todos quando convivemos em equipe"
"Um rato, olhando pelo buraco na parede, vê o fazendeiro e sua esposa abrindo um pacote. Pensou logo no tipo de comida que poderia haver ali. Ao descobrir que era uma ratoeira ficou aterrorizado.
Correu ao pátio da fazenda advertindo a todos - Há uma ratoeira na casa, uma ratoeira na casa! A galinha, disse: - Desculpe-me Sr. Rato, eu entendo que isso seja um grande problema para o senhor, mas não me incomoda.
O rato foi até o porco e lhe disse: - Há uma ratoeira na casa, uma ratoeira! - Desculpe-me Sr. Rato, disse o porco, mas não há nada que eu possa fazer, a não ser rezar. Fique tranqüilo que o senhor será lembrado nas minhas preces.
O rato dirigiu-se então à vaca.
Ela lhe disse:
- O que Sr. Rato? Uma ratoeira? Por acaso estou em perigo? Acho que não! Então o rato voltou para a casa, cabisbaixo e abatido, para encarar a ratoeira do fazendeiro.
Naquela noite ouviu-se um barulho, como o de uma ratoeira pegando sua vítima. A mulher do fazendeiro correu para ver o que havia caído na ratoeira. No escuro, ela não viu que a ratoeira havia prendido a cauda de uma cobra venenosa. E a cobra picou a mulher... O fazendeiro a levou imediatamente ao hospital.
Ela voltou com febre. Todo mundo sabe que para alimentar alguém com febre, nada melhor que uma canja de galinha.
O fazendeiro pegou seu cutelo (pequeno facão) e foi providenciar o ingrediente principal. Como a doença da mulher continuava, os amigos e vizinhos vieram visitá-la.
Para alimentá-los o fazendeiro matou o porco.
A mulher não melhorou e acabou morrendo. Muita gente veio para o funeral.
O fazendeiro então sacrificou a vaca, para alimentar todo aquele povo.
Na próxima vez que você ouvir dizer que alguém está diante de um problema e acreditar que o problema não lhe diz respeito, lembre-se que, quando há uma ratoeira na casa, toda a fazenda corre risco.
"O problema de um, é problema de todos quando convivemos em equipe"
24 de janeiro de 2011
23 de janeiro de 2011
Poema de gratidão de um Major
Logo ao amanhecer, começam a se movimentar, na luta contra a dor para a vida do seu semelhante salvar.
Chamadas a todos os cantos, a todos atende com muito amor, as vezes mal compreendidas, sem o semelhante reconhecer seu valor.
As vezes até nem é culpada, de demorar a atender, esquecemos que esteve ocupada, com outro caso grave para resolver.
Com suas fardas brancas e lindas, estão atentas à toda hora, para trazer o bálsamo que cura, como um anjo de nossa senhora.
Todos os doentes curados, saem alegres, por voltarem ao lar, elogiam sempre os médicos, mas esquecem das enfermeiras elogiar.
A elas devemos tributar, grande parte da nossa gratidão, pois contribuíram como puderam, para nossa recuperação.
Esse poema foi escrito por um major da PM em 13-11-1982 enquanto estava internado num determinado hospital.
Autor Major Antenor
13 de janeiro de 2011
Concurso prefeitura de Osasco
Aberta as inscrições para o cargo de Enfermeiro com muitas vagas para a prefeitura de Osasco, não deixem de se inscrever, boa sorte, segue abaixo o link:
www.institutocetro.org.br
www.institutocetro.org.br
11 de janeiro de 2011
Saiba como fazer uma denúncia ao Coren
Qualquer pessoa que julgue ter presenciado falha, erro ou mau atendimento por parte de profissionais de enfermagem pode encaminhar uma denúncia para o COREN-SP.
As denúncias podem ser feitas pelo site, e-mail, carta ou pessoalmente na sede e nas subseções do COREN-SP.
Para agilizar o trâmite, o COREN-SP recomenda que a denúncia seja elaborada com base na Resolução COFEN 370/2010, artigo 22, que determina:
1) A denúncia deve ser encaminhada por escrito e dirigida ao Presidente do COREN-SP.
2) Deve conter nome completo, profissão e endereço do denunciante ou de seu representante legal.
3) Narrar objetivamente o fato ou ato que está denunciando, se possível com indicação do local, dia, hora, circunstâncias e quem cometeu o ato que está sendo denunciado.
4) Quando houver testemunhas, mencioná-las (no máximo três) com nome completo, profissão, residência e contato.
5) Documentação que complemente ou comprovem os fatos (se houver).
6) Assinatura do denunciante, representante legal ou seu procurador devidamente constituído.
As denúncias são encaminhadas ao Conselheiro Relator, designado pelo Presidente, que solicita averiguação e apuração pelo setor de Fiscalização. Posteriormente, a denúncia é encaminha ao Plenário que decidirá sobre a abertura de Processo Ético.
As denúncias podem ser feitas pelo site, e-mail, carta ou pessoalmente na sede e nas subseções do COREN-SP.
Para agilizar o trâmite, o COREN-SP recomenda que a denúncia seja elaborada com base na Resolução COFEN 370/2010, artigo 22, que determina:
1) A denúncia deve ser encaminhada por escrito e dirigida ao Presidente do COREN-SP.
2) Deve conter nome completo, profissão e endereço do denunciante ou de seu representante legal.
3) Narrar objetivamente o fato ou ato que está denunciando, se possível com indicação do local, dia, hora, circunstâncias e quem cometeu o ato que está sendo denunciado.
4) Quando houver testemunhas, mencioná-las (no máximo três) com nome completo, profissão, residência e contato.
5) Documentação que complemente ou comprovem os fatos (se houver).
6) Assinatura do denunciante, representante legal ou seu procurador devidamente constituído.
As denúncias são encaminhadas ao Conselheiro Relator, designado pelo Presidente, que solicita averiguação e apuração pelo setor de Fiscalização. Posteriormente, a denúncia é encaminha ao Plenário que decidirá sobre a abertura de Processo Ético.
7 de janeiro de 2011
Nota do COREN-SP sobre repercussão do caso Stephanie na imprensa
O COREN-SP lamenta e expõe sua tristeza e indignação por manifesto recebido a respeito de seu posicionamento nas inúmeras entrevistas, na mídia escrita, falada e televisiva repercutindo o caso Stephanie Teixeira.
Lamentável que, em um momento tão triste para a nossa profissão, onde uma criança de 12 anos teve a sua vida ceifada pelo erro profissional, assim como, 15 dias antes, a menina Mariana também teve a sua vida interrompida, ao 01 ano e 04 meses, devido uma Auxiliar de Enfermagem que conectou uma via de oxigênio nasal em um acesso venoso.
Lamentável, quando verificamos, somente no Estado de São Paulo, em 11 meses deste ano (2010), que outros 08 pacientes tiveram suas vidas interrompidas ou lesões extremamente graves e definitivas, como amputação de membros, entre outros danos.
Lamentável vermos que, ao invés de usarmos estes fatos para refletirmos e discutirmos todos os aspectos de nossa vida profissional, da formação ao exercício da mesma, estejam usando estes fatos e o posicionamento legal, cidadão e ético do COREN-SP, como meio de justificar nossa luta pela melhoria das condições de trabalho, 30 horas, piso salarial, entre outros.
Esquecem estes profissionais, ou infelizmente, por não terem tido em suas respectivas formações profissionais, definitiva e explicita clareza quanto ao papel, perante a Lei e a Sociedade, de cada uma das entidades representativas da profissão que abraçamos, manifestam-se contrariamente ao que se espera do profissional e da profissão.
Pior ainda, pois na ânsia de usufruir do prazer de criticar e destruir, não procuram ver com imparcialidade e impessoalidade todos os fatos, situações e atos pertinentes ao amplamente divulgado na mídia.
Esquecem que uma entrevista é feita em privado, na presença de jornalistas, câmeras, pessoal de áudio e vídeo, e que os fatos ali abordados, discutidos e apresentados, passam por um processo de edição jornalística, por profissionais aos quais não temos acesso, e aos quais cabe, a princípio, selecionar os fatos que julgam ser importantes ao seu papel de mídia, ou seja, uma entrevista de 20-30 minutos é transformada em uma reportagem de 30 segundos e até 05-12 minutos, conforme o objetivo da emissora.
Esquecem que nem sempre tudo o que falamos vai ao ar, vai ao papel.
Nesta ignorância, interpretam e constroem o que querem, divulgando o que querem, sem atentar para todos estes aspectos jornalísticos envolvidos, e que nem sempre estão em nossa competência e poder, intervir, modificar.
Mesmo assim, dentro desta ignorância, não têm, sequer, a paciência de buscar TODOS os fatos, TODOS os posicionamentos e mesmo TODAS as reportagens, pois se assim fosse, veriam que em várias entrevistas o COREN-SP abordou os seguintes fatos: formação profissional, processos seletivos equivocados nas instituições, sistematização equivocada nos processos operacionais assistenciais, ausência de observação ao mínimo necessário em termos de dimensionamento de pessoal, ausência de um trabalho do Enfermeiro observando os princípios mínimos de biossegurança no exercício da profissão, ausência da SAE determinada em Lei, sobrecarga de trabalho pelas péssimas condições ambientais ocupacionais, profissionais sob escala indevida em relação a sua competência legal e técnica, profissionais pressionados pelas desumanas condições profissionais, morais e psíquicas do exercício profissional, profissionais com múltiplos empregos devido péssima remuneração e exploração de seu trabalho profissional, entre outros.
Vejam as reportagens do Domingo Espetacular, do SPTV, do jornal Hoje, da Revista Isto É, da CBN, da Bandeirantes, entre tantas outras...
Esquecem, finalmente, que todos estes fatos explicam os erros praticados, mas não justificam os erros, pois somos profissionais regidos por protocolos assistenciais básicos e fundamentais à segurança do exercício profissional, e que jamais, qualquer fato deste justifica sermos portadores de erros que destruam vidas humanas.
Somos uma profissão que deve construir a vida, não o dano e a morte.
O COREN-SP não abre mão de seu papel constitucional, ou seja, o de garantir à Sociedade, um exercício profissional livre e isento de riscos provenientes da imperícia, imprudência, negligência e omissão profissional.
COREN-SP: ASSISTENCIA DE ENFERMAGEM COM DIGNIDADE E RESPONSABILIDADE.
Claudio Alves Porto
Presidente do COREN-SP
SP, 14 de dezembro de 2.010
Lamentável que, em um momento tão triste para a nossa profissão, onde uma criança de 12 anos teve a sua vida ceifada pelo erro profissional, assim como, 15 dias antes, a menina Mariana também teve a sua vida interrompida, ao 01 ano e 04 meses, devido uma Auxiliar de Enfermagem que conectou uma via de oxigênio nasal em um acesso venoso.
Lamentável, quando verificamos, somente no Estado de São Paulo, em 11 meses deste ano (2010), que outros 08 pacientes tiveram suas vidas interrompidas ou lesões extremamente graves e definitivas, como amputação de membros, entre outros danos.
Lamentável vermos que, ao invés de usarmos estes fatos para refletirmos e discutirmos todos os aspectos de nossa vida profissional, da formação ao exercício da mesma, estejam usando estes fatos e o posicionamento legal, cidadão e ético do COREN-SP, como meio de justificar nossa luta pela melhoria das condições de trabalho, 30 horas, piso salarial, entre outros.
Esquecem estes profissionais, ou infelizmente, por não terem tido em suas respectivas formações profissionais, definitiva e explicita clareza quanto ao papel, perante a Lei e a Sociedade, de cada uma das entidades representativas da profissão que abraçamos, manifestam-se contrariamente ao que se espera do profissional e da profissão.
Pior ainda, pois na ânsia de usufruir do prazer de criticar e destruir, não procuram ver com imparcialidade e impessoalidade todos os fatos, situações e atos pertinentes ao amplamente divulgado na mídia.
Esquecem que uma entrevista é feita em privado, na presença de jornalistas, câmeras, pessoal de áudio e vídeo, e que os fatos ali abordados, discutidos e apresentados, passam por um processo de edição jornalística, por profissionais aos quais não temos acesso, e aos quais cabe, a princípio, selecionar os fatos que julgam ser importantes ao seu papel de mídia, ou seja, uma entrevista de 20-30 minutos é transformada em uma reportagem de 30 segundos e até 05-12 minutos, conforme o objetivo da emissora.
Esquecem que nem sempre tudo o que falamos vai ao ar, vai ao papel.
Nesta ignorância, interpretam e constroem o que querem, divulgando o que querem, sem atentar para todos estes aspectos jornalísticos envolvidos, e que nem sempre estão em nossa competência e poder, intervir, modificar.
Mesmo assim, dentro desta ignorância, não têm, sequer, a paciência de buscar TODOS os fatos, TODOS os posicionamentos e mesmo TODAS as reportagens, pois se assim fosse, veriam que em várias entrevistas o COREN-SP abordou os seguintes fatos: formação profissional, processos seletivos equivocados nas instituições, sistematização equivocada nos processos operacionais assistenciais, ausência de observação ao mínimo necessário em termos de dimensionamento de pessoal, ausência de um trabalho do Enfermeiro observando os princípios mínimos de biossegurança no exercício da profissão, ausência da SAE determinada em Lei, sobrecarga de trabalho pelas péssimas condições ambientais ocupacionais, profissionais sob escala indevida em relação a sua competência legal e técnica, profissionais pressionados pelas desumanas condições profissionais, morais e psíquicas do exercício profissional, profissionais com múltiplos empregos devido péssima remuneração e exploração de seu trabalho profissional, entre outros.
Vejam as reportagens do Domingo Espetacular, do SPTV, do jornal Hoje, da Revista Isto É, da CBN, da Bandeirantes, entre tantas outras...
Esquecem, finalmente, que todos estes fatos explicam os erros praticados, mas não justificam os erros, pois somos profissionais regidos por protocolos assistenciais básicos e fundamentais à segurança do exercício profissional, e que jamais, qualquer fato deste justifica sermos portadores de erros que destruam vidas humanas.
Somos uma profissão que deve construir a vida, não o dano e a morte.
O COREN-SP não abre mão de seu papel constitucional, ou seja, o de garantir à Sociedade, um exercício profissional livre e isento de riscos provenientes da imperícia, imprudência, negligência e omissão profissional.
COREN-SP: ASSISTENCIA DE ENFERMAGEM COM DIGNIDADE E RESPONSABILIDADE.
Claudio Alves Porto
Presidente do COREN-SP
SP, 14 de dezembro de 2.010
2 de janeiro de 2011
Oração do funcionário da Saúde
Plantão nosso nos hospitais tranquilo seja o nosso turno.
Venha a nós os casos simples. Seja feito dipirona ou benzetacil.
Assim no PS como nas clínicas a escala nossa de cada dia nos dai hoje,
Perdoai as nossas trocas ilícitas. Assim como nós perdoamos o colega que não honra a troca. Não nos deixeis cair em Auditoria.
E livrai-nos da Fiscalização da direção.
Amém.
30 de dezembro de 2010
Maldição do Profissional da Saúde - Maravilhosoooo
A Maldição do Profissional da Saúde
Conta a lenda que, quando Deus liberou o conhecimento sobre como cuidar dos enfermos, determinou que aquele"saber" ficaria restrito a um grupo muito selecionado de pessoas. Mas, neste pequeno grupo, onde todos se achavam "semi-deuses", alguém traiu as determinações divinas...
Aí aconteceu o pior!!!!!!........
Deus, bravo com a traição, resolveu fazer valer alguns mandamentos:
1º - Não terás vida pessoal, familiar ou sentimental.
2º - Não verás teu filho crescer.
3º - Não terás feriado, fins de semana ou qualquer outro tipo de folga.
4º - Terás depressão, se tiveres sorte. Se for como os demais terás esquizofrenia.
5º - A pressa será teu único amigo e as suas refeições principais serão os lanches, as pizzas e o china in box.
6º - Teus cabelos ficarão brancos antes do tempo, isso se te sobrarem cabelos.
7º - Tua sanidade mental será posta em cheque antes que completes 5 anos de trabalho;
8º - Dormir será considerado luxo, logo, não dormirás.
9º - Trabalho será teu assunto preferido, talvez o único.
10º - As pessoas serão divididas em 2 tipos: as que mandam e as que fazem o serviço pesado. E verás graça nisso.
11º - A máquina de café será a tua melhor colega de trabalho, porém, a cafeína não te farás mais efeito.
12º - Happy Hours serão excelentes oportunidades de ter algum tipo de contato com outras pessoas loucas como você.
13º - Terás sonhos, com escalas, trocas de plantões, fim de turno, pacientes, e não raro, resolverás problemas de trabalho neste período de sono.
14º - Exibirás olheiras como troféu de guerra.
15º - E, o pior........ inexplicavelmente gostarás de tudo isso...
Conta a lenda que, quando Deus liberou o conhecimento sobre como cuidar dos enfermos, determinou que aquele"saber" ficaria restrito a um grupo muito selecionado de pessoas. Mas, neste pequeno grupo, onde todos se achavam "semi-deuses", alguém traiu as determinações divinas...
Aí aconteceu o pior!!!!!!........
Deus, bravo com a traição, resolveu fazer valer alguns mandamentos:
1º - Não terás vida pessoal, familiar ou sentimental.
2º - Não verás teu filho crescer.
3º - Não terás feriado, fins de semana ou qualquer outro tipo de folga.
4º - Terás depressão, se tiveres sorte. Se for como os demais terás esquizofrenia.
5º - A pressa será teu único amigo e as suas refeições principais serão os lanches, as pizzas e o china in box.
6º - Teus cabelos ficarão brancos antes do tempo, isso se te sobrarem cabelos.
7º - Tua sanidade mental será posta em cheque antes que completes 5 anos de trabalho;
8º - Dormir será considerado luxo, logo, não dormirás.
9º - Trabalho será teu assunto preferido, talvez o único.
10º - As pessoas serão divididas em 2 tipos: as que mandam e as que fazem o serviço pesado. E verás graça nisso.
11º - A máquina de café será a tua melhor colega de trabalho, porém, a cafeína não te farás mais efeito.
12º - Happy Hours serão excelentes oportunidades de ter algum tipo de contato com outras pessoas loucas como você.
13º - Terás sonhos, com escalas, trocas de plantões, fim de turno, pacientes, e não raro, resolverás problemas de trabalho neste período de sono.
14º - Exibirás olheiras como troféu de guerra.
15º - E, o pior........ inexplicavelmente gostarás de tudo isso...
28 de dezembro de 2010
Protocolo PICC
Matéria do Portal da Enfermagem
Protocolo PICC
O cateter venoso central de inserção periférica - PICC (Peripherally Inserted Central Venous Catheter) foi descrito pela primeira vez no ano de 1929, mas foi somente na década de 70 que os pacientes internados começaram a ser beneficiados com a técnica, que uma década depois, em virtude dos benefícios e pela facilidade de sua inserção associado a um menor risco de complicações mecânicas e infecciosas, o uso do PICC foi disseminado, inclusive com programas de capacitação para enfermeiros. No Brasil, o PICC começou a ser utilizado em neonatologia, pediatria, terapia intensiva, oncologia e cuidados domiciliares, em 1990. E é do enfermeiro a competência técnica e legal para a inserção e a manipulação do PICC nos pacientes internados ou mesmo em home care.
Para transmitir informações sobre o assunto e apresentar um protocolo de PICC, o portal buscou a experiência da enfermeira Fernanda Ferrari Allucci, Gerente de Enfermagem do Hospital Santa Cruz, em São Paulo.
Enfermeira Fernanda acrescenta que são necessários alguns cuidados os cateteres. Para tanto, a Comissão de PICC do Hospital Santa Cruz, em São Paulo, elaborou uma cartilha “Cuidados de Manuseio e Manutenção” para servir de referência à enfermagem para proporcionar um meio seguro e eficiente para a administração de medicamentos aos pacientes. São eles:
* O curativo no local da inserção deve ser feito com gazes embebidas em soro fisiológico seguido de clorexidine alcoólico 2% e fixação com película transparente.
* A troca do curativo deve ser realizada a cada sete dias ou antes desse período, se apresentar sangramento ou sujidade.
* Antes de trocar o curativo verificar se há eritema, exsudato ou edema. Apalpar delicadamente em torno do local da inserção para sentir se a área está sensível.
* No banho, proteger o curativo para não molhar.
* Se necessário o uso de conectores, estes devem ser trocados a cada 72 horas.
* Circunferência do braço: deverá ser verificada diariamente, 5cm acima da inserção do cateter. Se houver aumento da circunferência o médico deverá ser comunicado.
* Salinização: utilizar 10ml de solução fisiológica 0,9% antes e após o término de infusões de medicamentos;
* Heparinização: deve ser realizada sempre que o cateter não estiver em uso e repetida a cada 5 dias. A solução recomendada é de 9,8ml de água destilada para 0,2ml de Heparina®, devendo ser injetados 1,5ml da solução. Antes de utilizar o cateter ou na troca da solução de Heparina®, deve-se aspirar e desprezar a solução anterior e lavar o cateter com 10ml de solução fisiológica 0,9%.
* Não utilizar seringa menor que 10ml para infusão no cateter;
* Não tracionar ou reintroduzir o cateter;
* Nunca aferir pressão arterial ou garrotear o membro onde está inserido o PICC;
* Não utilizar adesivos tipo Micropore® ou similares, em torno do corpo do cateter;
* Nunca usar o cateter para administrações de volumes em alta pressão, pois pode ocorrer o seu rompimento;
* A desobstrução e retirada, se necessário, deverão ser feitas por enfermeiro capacitado na passagem do cateter, devendo sempre ser comunicada ao médico a ocorrência.
Protocolo PICC
O cateter venoso central de inserção periférica - PICC (Peripherally Inserted Central Venous Catheter) foi descrito pela primeira vez no ano de 1929, mas foi somente na década de 70 que os pacientes internados começaram a ser beneficiados com a técnica, que uma década depois, em virtude dos benefícios e pela facilidade de sua inserção associado a um menor risco de complicações mecânicas e infecciosas, o uso do PICC foi disseminado, inclusive com programas de capacitação para enfermeiros. No Brasil, o PICC começou a ser utilizado em neonatologia, pediatria, terapia intensiva, oncologia e cuidados domiciliares, em 1990. E é do enfermeiro a competência técnica e legal para a inserção e a manipulação do PICC nos pacientes internados ou mesmo em home care.
Para transmitir informações sobre o assunto e apresentar um protocolo de PICC, o portal buscou a experiência da enfermeira Fernanda Ferrari Allucci, Gerente de Enfermagem do Hospital Santa Cruz, em São Paulo.
Enfermeira Fernanda acrescenta que são necessários alguns cuidados os cateteres. Para tanto, a Comissão de PICC do Hospital Santa Cruz, em São Paulo, elaborou uma cartilha “Cuidados de Manuseio e Manutenção” para servir de referência à enfermagem para proporcionar um meio seguro e eficiente para a administração de medicamentos aos pacientes. São eles:
* O curativo no local da inserção deve ser feito com gazes embebidas em soro fisiológico seguido de clorexidine alcoólico 2% e fixação com película transparente.
* A troca do curativo deve ser realizada a cada sete dias ou antes desse período, se apresentar sangramento ou sujidade.
* Antes de trocar o curativo verificar se há eritema, exsudato ou edema. Apalpar delicadamente em torno do local da inserção para sentir se a área está sensível.
* No banho, proteger o curativo para não molhar.
* Se necessário o uso de conectores, estes devem ser trocados a cada 72 horas.
* Circunferência do braço: deverá ser verificada diariamente, 5cm acima da inserção do cateter. Se houver aumento da circunferência o médico deverá ser comunicado.
* Salinização: utilizar 10ml de solução fisiológica 0,9% antes e após o término de infusões de medicamentos;
* Heparinização: deve ser realizada sempre que o cateter não estiver em uso e repetida a cada 5 dias. A solução recomendada é de 9,8ml de água destilada para 0,2ml de Heparina®, devendo ser injetados 1,5ml da solução. Antes de utilizar o cateter ou na troca da solução de Heparina®, deve-se aspirar e desprezar a solução anterior e lavar o cateter com 10ml de solução fisiológica 0,9%.
* Não utilizar seringa menor que 10ml para infusão no cateter;
* Não tracionar ou reintroduzir o cateter;
* Nunca aferir pressão arterial ou garrotear o membro onde está inserido o PICC;
* Não utilizar adesivos tipo Micropore® ou similares, em torno do corpo do cateter;
* Nunca usar o cateter para administrações de volumes em alta pressão, pois pode ocorrer o seu rompimento;
* A desobstrução e retirada, se necessário, deverão ser feitas por enfermeiro capacitado na passagem do cateter, devendo sempre ser comunicada ao médico a ocorrência.
27 de dezembro de 2010
Concurso da prefeitura de Suzano
Seguem abertas as inscrições para concurso público da Prefeitura de Suzano
Data: 25/12/2010
As inscrições vão até o dia 28 de janeiro. Diversas vagas em vários setores estão sendo ofertadas.
Dentre as vagas serão oferecidas vagas para a enfermagem.
Data: 25/12/2010
As inscrições vão até o dia 28 de janeiro. Diversas vagas em vários setores estão sendo ofertadas.
Dentre as vagas serão oferecidas vagas para a enfermagem.
Símbolos da enfermagem


I - SIMBOLOGIA APLICADA À ENFERMAGEM:
Os significados dados aos símbolos utilizados na Enfermagem, são os seguintes:
· Lâmpada: caminho, ambiente;
· Cobra: magia, alquimia;
· Cobra + cruz: ciência;
· Seringa: técnica
· Cor verde: paz, tranqüilidade, cura, saúde
- Pedra Símbolo da Enfermagem: Esmeralda
- Cor que representa a Enfermagem: Verde Esmeralda
- Símbolo: lâmpada, conforme modelo apresentado
- Brasão ou Marca de anéis ou acessórios:
Enfermeiro: lâmpada e cobra + cruz
Técnico e Auxiliar de Enfermagem: lâmpada e seringa
3 de março de 2010
Cursos Cofen
Vagas disponíveis agora Vagas para turmas iniciando em 10/03/2010
Auxiliar Técnico Enfermeiro
Alterações e Intervenções Associadas ao Envelhecimento
Quimioterapia: atualizando o saber e o fazer do enfermeiro -
Ações Governamentais em Políticas Públicas de Saúde 0 0 0
Distúrbios Emocionais e Comportamentais do Cliente na Clínica
Atenção à Saúde da Mulher: bases para o cuidado de Enfermagem
Implicações éticas em Enfermagem e bioética
Ações de Enfermagem na prevenção e controle das infecções hospitalares: aspectos fundamentais 0 0 0
Cuidando da mulher no ciclo reprodutivo: Bases para o cuidado de Enfermagem
O Manejo da Dor na Criança: Um Cuidado de Enfermagem NOVO
Os Agravantes e o Recrudescimento das Doenças (Re)Emergenciais Brasil
Auxiliar Técnico Enfermeiro
Alterações e Intervenções Associadas ao Envelhecimento
Quimioterapia: atualizando o saber e o fazer do enfermeiro -
Ações Governamentais em Políticas Públicas de Saúde 0 0 0
Distúrbios Emocionais e Comportamentais do Cliente na Clínica
Atenção à Saúde da Mulher: bases para o cuidado de Enfermagem
Implicações éticas em Enfermagem e bioética
Ações de Enfermagem na prevenção e controle das infecções hospitalares: aspectos fundamentais 0 0 0
Cuidando da mulher no ciclo reprodutivo: Bases para o cuidado de Enfermagem
O Manejo da Dor na Criança: Um Cuidado de Enfermagem NOVO
Os Agravantes e o Recrudescimento das Doenças (Re)Emergenciais Brasil
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